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sábado, 16 de agosto de 2008

NICODEMUS


JESUS NO MEIO DOS MESTRES


FRUTO DO ESPIRITO






VERSO PARA MEMORIZAR: "Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei" (Gálatas 5:22 e 23).

Amor

"Ora, a esperança não confunde, porque o amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado" (Rom. 5:5).

1. Por que Paulo mencionou o amor como o primeiro "fruto do Espírito" em Gálatas 5:22? Veja I Coríntios 13.

Na primavera dos climas temperados, determinado tipo de árvore produz folhas inevitável e espontaneamente, conforme a seiva começa a subir o tronco e alcançar cada galho e ramo. Da mesma forma, um cristão cheio do Espírito produzirá o fruto do amor, por meio do Espírito.

Jesus é Deus. Como não existe vida sem de Deus, não existe amor ou virtude a não ser em Deus. Se se espera que um ser humano possua e manifeste o amor divino, ele deve recebê-lo de Deus. Não existe outra fonte. De onde mais viria, se não de cima? Será que seres que são apenas proteína, carbono, água ou apenas átomos e moléculas, não importa quão sadios sejam, podem expressar amor? Como esses elementos podem amar? Não importa quão bom pintor seja, não importa quão perfeitas sejam suas pinturas e tela, nenhuma flor que a pessoa pinte viverá, fará a fotossíntese ou produzirá semente. Carbono, água e proteína, por si mesmos, não podem viver, muito menos amar. O amor tem que vir de uma fonte que por si mesma sabe amar e pode conceder amor. Essa fonte, evidentemente, é Deus (veja I João 4:8).

Uma pergunta importante precisa ser respondida: o que queremos dizer por "amor"? Essa palavra foi tão ampliada e, conseqüentemente, tão desmerecida, para cobrir uma multidão tão grande de atos e emoções, que dificilmente lhe fazemos justiça. Mas a Bíblia traz versos que nos ajudam a entender o conceito bíblico de amor como fruto do Espírito.

2. Qual é o fator crucial que nos ajuda a entender a natureza do amor, como descrito nas Escrituras? Como essa idéia nos ajuda a entender por que "o amor de Deus... derramado em nosso coração" (Rom. 5:5) vem do Espírito Santo? João 3:16; 15:13 e I João 3:16

Alegria e paz

A idéia de alegria e paz como frutos do Espírito (Gál. 5:22 e 23) pode ser mal-interpretada. Nosso mundo é pecaminoso; somos seres pecaminosos, cada um de nós sofrendo os efeitos do pecado: doença, perda, separação, medo, preocupação, incerteza... a lista é grande. Ninguém, nem mesmo um cristão, está livre das lutas dolorosas que nos afligem em um mundo caído. Jesus sofreu; nós também vamos sofrer.

E ainda, como cristãos, deve haver uma diferença. Ao contrário de muitas pessoas que atribuem a dor e o sofrimento às forças casuais e sem propósito da natureza, ao puro acaso ou à ira de maus espíritos, devemos, dia a dia, viver com o conhecimento constante de que não servimos só a um Deus vivo, mas a um Deus amoroso, e que esse Deus não só conhece nossas dificuldades mas nos ama e Se importa conosco em nossas aflições. Afinal, como ser humano, Ele conheceu bastante aflição em Si mesmo (Isa. 53:3; Mar.15:15; João 11:35; Heb. 4:15; I Ped. 4:1). Deste modo, podemos saber que, seja o que for que nos aconteça, sejam quais forem nossos erros, sejam quais forem nossas negligências, Deus nos ama e promete nos ajudar a vencer, se formos fiéis. Deus também nos promete uma eternidade feliz. Essa idéia deve nos dar alegria e paz que nos habilitem a suportar melhor todas as circunstâncias difíceis em que nos encontrarmos agora.

Devemos nos lembrar, também, que, como fruto do Espírito, a presença de alegria e paz não significa sentir-nos sempre felizes; ao contrário, alegria e paz são resultado de saber – mesmo quando não nos sentimos felizes ou que as circunstâncias não sejam boas – que Deus está perto e promete nos ajudar em meio a tudo o que aconteça.

3. Por que devemos sempre ter, se não felicidade, ao menos alegria e paz em nossa vida como cristãos, não importando quais sejam nossas circunstâncias difíceis? Mat. 6:31 e 32; Rom. 8:28; Apoc. 21:4


Longanimidade

Outro "fruto do Espírito" em Gálatas 5 é "longanimidade." No grego, essa palavra significa, basicamente, paciência, resistência, constância, firmeza e recusa em vingar a injustiça.

4. Como a prática da "longanimidade" pode ser um reflexo do caráter de Deus? Êxo. 34:6; Rom. 2:4

5. Como os exemplos seguintes revelam para nós a "longanimidade" de Deus?

a. Gên. 15:16
b. Isa. 5:1-5 c. Osé. 11:8
d. Apoc. 2:21


"A longanimidade suporta todas as coisas, sim, muitas coisas, sem buscar desforra quer por palavras quer por atos.

"A ‘longanimidade’ é a paciência em face da ofensa; atura dilatadamente. Se você for longânimo, não comunicará a outras pessoas o suposto conhecimento das faltas e erros de seus irmãos. Buscará ajudá-lo e salvá-lo, porque foi comprado com o sangue de Cristo. ... Ser longânimo não é ser melancólico e triste, áspero e desapiedado; é exatamente o oposto." – Ellen G. White, Minha Consagração Hoje, pág. 52.

Nossa paciência e longanimidade com os outros devem se originar, pelo menos em parte, da percepção da paciente longanimidade de Deus para conosco. Imagine se Deus tratasse cada um de nós como nós mesmos costumamos tratar uns aos outros! Felizmente, Ele não faz assim, e o fato de que Ele é sumamente paciente conosco e com nossas culpas significa que devemos ser pacientes com os outros e suas culpas. Quando nos olharmos no espelho e nos virmos como somos, e soubermos que Deus nos ama e suporta, apesar do que vemos no espelho, seremos mais capazes de manifestar verdadeiramente esse fruto da longanimidade. Por nós mesmos, não podemos fazê-lo; só quando rendemos a vontade a Deus e mantemos diante de nós a cruz e o que ela representa sobre a longanimidade de Deus para conosco, é que produziremos o mesmo fruto em nossa vida.

Benignidade e bondade

6. Escreva sua definição de "benignidade e bondade". Como se conhece uma pessoa que reflete esses dois frutos do Espírito?

Também é interessante, (como se você já não tivesse notado) como todos os frutos do Espírito refletem aspectos do caráter de Jesus. Recapitule aqueles frutos do Espírito que já examinamos até agora: em cada caso, esses atributos são encontrados em Jesus. Assim, quando olhamos para Cristo, podemos ver a maior revelação possível de bondade e delicadeza (BLH) ou amabilidade (NVI), porque, à semelhança de Deus, Jesus refletia perfeitamente essas características. Assim, como podemos ver, quanto mais manifestarmos o fruto do Espírito, mais seremos semelhantes a Jesus.

7. Procure nos Evangelhos algum exemplo no qual você vê Jesus demonstrando especificamente "bondade" e um exemplo em que Ele estava demonstrando especificamente "benignidade". O que você pode aprender desses exemplos?

Bondade
Benignidade

Se, por exemplo, tomasse a história do jejum de Jesus no deserto (Mat. 4:1-11), você veria um aspecto de bondade em Sua negação do eu pelo bem de outros. Ou se tomasse o exemplo de Jesus com a mulher junto ao poço (João 4:5-42), você veria um exemplo de delicadeza que consiste em tratar as pessoas, mesmo as que cometeram injustiça, com cortesia e respeito.


Fé

8. De onde vem a fé? Efés. 2:8

Fé e crença são traduzidas da mesma raiz grega original. E isso tem sentido porque você precisa crer em alguma coisa, antes de ter fé nela. Você pode ficar rico em um emprego que detesta, ou pode ser curado por um médico em quem não confia – mas nunca terá fé em um Deus em quem você não crê. A crença é inseparável da fé.

Mas fé e crença não são a mesma coisa. "Fé" pode significar "crença" mas crença não significa automaticamente "fé". A Escritura adverte sobre a confusão entre as duas.

9. Veja a diferença entre fé e crença bíblica em Tiago 2:19.

A chave para a compreensão do que Tiago queria dizer em 2:19 é o verso 20. Fé bíblica e obras estão inter-relacionadas da mesma maneira como a vida humana está relacionada com a respiração: uma significa automaticamente a outra. Uma pretensa fé que não leva à submissão à vontade de Deus não é fé genuína, mas falsificação satânica. Uma fé que não é viva nem salvadora é simplesmente teórica. Ao contrário, a fé é sempre experimental e leva à ação. Ou, como Tiago afirma abruptamente: "a fé sem as obras é inoperante" (v. 20), assim como um corpo sem respiração está morto.

A fé é um dom, fruto do Espírito (Gál. 5:22), mas não é dada sobrenaturalmente sobre nós, e continuamos nosso caminho muito contentes. É decisivo cultivar essa fé diariamente, fundamentada no amor a Deus e no que Ele fez por nós. Se a fé não for valorizada, se não for nutrida, protegida e fortalecida, ela degenerará em mera crença e, talvez mais tarde, em incredulidade. O mundo está cheio de pessoas que no passado foram fervorosas, mas não crêem mais. "Tende cuidado, irmãos, jamais aconteça haver em qualquer de vós perverso coração de incredulidade que vos afaste do Deus vivo" (Heb. 3:12).

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

ACROSTICO DO NATAL


ACRÓSTICO DE NATAL
Abrem-se as Cortinas
(5 crianças, cada uma com sua letra na mão)
N atal, natal, voz divina, de poesia peregrina, de humildade que fascina as chamas da eterna.
É que esse dia faustoso deu à vida um som garboso, tornou o mundo ditoso dando-lhe o Dom de Jesus.

A estrela branca, fulgente, que das brumas do Oriente espancara a treva ingente, norteando reis aos céus.
Anunciava outro sol, da santidade o crisol, da eternidade o arrebol, Jesus o Filho de Deus.

T al nova, do céu descida, à humanidade perdida trouxe esperança, e vida, derramou no mundo, a flux.
A luz divina do amor, do céu radiante fulgor, que de Belém ao Tabor, aureolava a Jesus.

A voz sublime dos anjos, na alegria dos arcanjos, ao som das harpas e dos banjos, nas altitudes dos céus,
Trouxe, à humanidade inteira, a notícia alvissareira e a lição de paz inteira, a adoração verdadeira,
Dos homens para o seu Deus.

L á na Judéia famosa, na aldeia mais mimosa, nossa aldeia de Belém, na noite da humanidade,
Jesus, em graça e verdade, no seu berço de humildade se nos deu – o Sumo Bem

(Depois destas apresentações e do hino, apagam-se as luzes; só ficam acesas as do palco e do pinheiro).(Alguém com voz firme, fará o papel de NARRADOR. Não precisará decorar o papel. Poderá ler. Se não houver lâmpada por perto, coloca-se velas para que ele possa enxergar).

O FARISEU E O PUBLICANO

O Fariseu e o Publicano

Oração: Querido Deus, abençoa o nosso encontro e esta semana que se inicia. Amém!

Certo dia duas pessoas foram ao templo para orar. Os dois entraram no templo e cada qual fez sua oração. O primeiro chegou diante do altar, ergueu suas mãos para o alto (era costume da época) e orou:
Oh! Senhor eu te agradeço porque não sou uma daquelas pessoas que não dão coletas, que vivem de negócios desonestos como, por exemplo este homem que se encontra ali no fundo do templo. Eu não sou ruim, duas vezes por semana eu me purifico e não como. Dou a décima parte de tudo que ganho para a igreja.
Assim continuou a apresentar a Deus tudo de bom que ele fez.
O segundo agiu de forma bem diferente do anterior. Não teve nem coragem de erguer as suas mãos. Nem sequer ergueu a cabeça. Ele estava certo que era pecador e que não tinha nada para se gabar diante de Deus. Só tinha condições de bater no peito e dizer:
Senhor, eu sou um pecador, minha vida está cheia de erros, tenho prejudicado o meu próximo, não sou merecedor de nada, mas tenha pena de mim e dá-me o teu perdão.
Com qual das orações Deus se alegrou?
O primeiro chegou diante do Senhor falando de sua vida e de como ele era bom e de quantas boas obras tinha feito. O segundo veio, com mãos vazias, confessou sua vida cheia de erros. Ele não tinha nada para apresentar. Somente uma coisa ele queria: perdão pelos seus pecados, e, salvação que só Deus pode dar.
Jesus disse que o segundo fez certo e orou corretamente. Ela demonstrou humildade e confiança total. Sua vida, cheia de faltas e enganos, não está certa. Mas a sua humildade e confiança de dizer isto ao Senhor e a certeza e confiança de que o Senhor pode dar ente perdão fez com Jesus concluísse dizendo: “Uma coisa é certa! Quem voltou para casa perdoado foi o publicano. Aquele que realmente veio para ser perdoado”.

Oração Final: Querido Deus, ilumina nossos corações para que sejamos humildes como o publicano e possamos reconhecer os nossos erros. Amém!

Sugestão de atividade:

1. Exercício de fixação sobre a estória;
2. Desenho livre;

3. Modelagem;

4. Colagem com sucata, montando o cenário da estória

Vamos fazer alguns exercícios de fixação sobre a história de hoje?

1. Qual a diferença entre o fariseu e o publicano?
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2. Qual atitude Deus aprova mais, a do fariseu ou a do publicano? Porquê?
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3. Com qual deles você acha que se parece mais, na maior parte do tempo?
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4. Faça uma oração a Deus, pedindo por coisas que você acha importante.
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E por falar em fariseu...

"Havia um fariseu chamado Nicodemos, uma autoridade entre os judeus. Ele veio a Jesus, à noite, e disse: 'Mestre, sabemos que ensinas da parte de Deus, pois ninguém pode realizar os sinais miraculosos que estás fazendo, se Deus não estiver com ele'. Em resposta, Jesus declarou: 'Digo-lhe a verdade: Ninguém pode ver o Reino de Deus, se não nascer de novo'. Perguntou Nicodemos: 'Como alguém pode nascer, sendo velho? E claro que não pode entrar pela segunda vez no ventre de sua mãe e renascer!' Respondeu Jesus: 'Digo-lhe a verdade: Ninguém pode entrar no Reino de Deus, se não nascer da água e do Espírito.
'João 3:1-5

A OVELHA PERDIDA

A OVELHA PERDIDA
Oração: Peça a uma criança para fazer uma oração.

Na história de hoje, Jesus está reunido com todos os publicanos (cobradores de impostos) e pecadores. Os publicanos eram muito mal vistos pelo povo, pois roubavam na hora de cobrar os impostos. Naquela época, falar em publicano era a mesma coisa que falar em pecador, eram palavras usadas como sinônimos. Jesus está pregando e os pecadores estão ouvindo. Os fariseus (membros de um grupo religioso que obedecia as leis judaicas ao pé da letra) e os escribas (doutores da lei ou os teólogos da época) não podiam concordar com aquela cena: Jesus falando com pecadores. Segundo a lei judaica, alguém que diz seguir os mandamentos de Deus jamais poderia entrar em contato com pecadores. Como, então, Jesus, que se diz Filho de Deus, pode estar conversando com pecadores. Naquela época pensava-se “quem conversa com pecadores, também se transforma em pecador”. E Jesus, para explicar por que ele também conversa com aqueles considerados pecadores, conta uma estória: da ovelha perdida.
Nesta estória, Jesus fala de um pastor de ovelhas (que na época também eram muito discriminados, pois eram considerados ladrões, pecadores), que tinha 100 ovelhas. Jesus conta a estória como se o pastor de ovelhas fosse Deus e as ovelhas fossem os seres humanos.
Este pastor tinha muito trabalho para cuidar do seu rebanho, pois sempre tinha que contar suas ovelhas para ver se não faltava nenhuma. Um dia, ele sente falta de uma de suas ovelhas. Ele conta e reconta o rebanho várias vezes, mas só consegue achar 99 ovelhas. E o pastor fica muito triste, pois falta uma ovelha. Para o pastor, cada ovelha é muito especial. Portanto, ele resolve prender as 99 ovelhas que estão perto dele e vai procurar aquela que falta. Ele só consegue descansar na hora em que ele encontra a ovelhinha perdida.
Quando Jesus contou esta história, ele queria nos dizer que é melhor um pecador arrependido, do que alguém que se faz de conta de santinho. Também que qualquer um de nós pode ser uma ovelha perdida, mas Deus nunca vai nos abandonar.

Sugestão de atividade:
Textura (instruções a serem dadas às crianças):
Coloque várias folhas de árvore ou mato, de tamanhos diversos, uma ao lado das outras, como se estivesse fazendo um mato.
Coloque uma folha de ofício sobre as folhas e passe o giz de cera deitado por toda a folha. Isto imprimirá a textura das folhas no papel.
Pegue pedacinhos de algodão e cole no “mato”, de forma a ter uma ovelha na “mata”.

AS DUAS CASAS

Duas Casas

Oração: Senhor Deus, abençoa este encontro e todos que aqui estão. Abençoa esta semana que se inicia e a todos a quem amamos. Amém!

Estória – As duas casas
Certo dia, Jesus contou uma estória sobre duas casas bem bonitinhas, muito parecidas, construídas na beira do mar.
De longe ninguém percebia; nem de perto era fácil perceber a
diferença entre as casas...
A diferença entre essas duas casas é que uma foi construída sobre uma rocha, uma pedra firme, bem segura... A outra foi feita na areia bem macia e fofa.
Duas casinhas tão bonitas, na beira do mar...
Um dia, veio uma chuva muito forte; um temporal... Com muitos raios, trovões. Caiu muita água...
Mas logo, o vento começou a acalmar, a chuva foi diminuindo, e o céu foi clareando novamente.
Mas, e as casas? Vejam só! Uma caiu, e a outra ficou firme. Qual será que foi levada para o mar?
A casa construída na pedra não caiu.
Mas a que estava na areia... no primeiro ventinho, se partiu!
Jesus contou esta estória. Sabem o que ele queria dizer com esta estória?
Que assim acontece com a gente também. Quem escuta a boa notícia que é o Reino de Deus, mas não muda sua vida, não faz a vida mudar, é como aquele que constrói a casa na areia, uma casa que cai fácil; é uma pessoa sem juízo...
Mas quem constrói a vida em uma rocha firme, que é Deus, agüenta firme os problemas, tem força para lutar, continuar... Quem tem Deus como fundamento é como aquele que construiu a casa sobre a rocha: é sábio!
Oração final: Querido Deus, dá-nos sabedoria para sermos como o homem que construiu a casa sobre a rocha. Pedimos também que sejas o fundamento de nossas vidas, amparando-nos para não cairmos por causa de qualquer ventinho. Amém!
Sugestão de atividades:
1 Esta estória permite que seja feita uma atividade de colagem com areia, palitos e papel crepom, representando o cenário da estória (a beira mar e as casas).
2.Pode também ser feita a atividade a seguir, com as crianças maiores.


As duas casas
1. Onde foram construídas as casas?
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2. O que aconteceu com cada casa?
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3. Qual foi a comparação que Jesus fez entre os construtores das casas e as pessoas?

os 10 leprosos




Atividades com a história dos dez leprosos. Extraído da revista de missões Nacionais Batista, campanha 2007.

Tema: celebrando a gratidão
Objetivo: A importância de agradecer a restauração física.

Só um agradeceu

Objetivos:
Compreender a importância de agradecer e também de entender quando as pessoas não reconhecem algo de bom que fazemos para elas.
Relacionar a atitude do homem agradecido com a atitude que devemos manter no dia-a-dia de gratidão diante de Deus pelo alimento, a provisão, saúde e também de gratidão por todos aqueles que participam de nossa vida: pais, professores, pastores, amigos.
Agir exercitando a capacidade de dizer “obrigado”. Escrever uma carta a um professor da igreja ou da escola agradecendo por seu trabalho e dedicação.

Versículo:
“Dêem graças ao Senhor, porque Ele é bom! O amor e a bondade de Deus não acabam nunca.” (1 Crônicas 16.34)

Visual para o versículo:
Faça um grande rolo de papel sulfite (A4, ofício) e nele escreva o versículo. Use como se fosse uma faixa. Ao ensinar o versículo, desenrole um pedacinho de cada vez.
Faça uma bonita ilustração no início ou cole uma figura recortada de revista, que mostre uma pessoa em atitude de agradecimento.
Discuta a imagem com as crianças. Pergunte: “por que devemos ser gratos a Deus?”, “pelo que você diria ‘obrigado, Senhor’?”. Deixe que respondam voluntariamente. Após, ensine o versículo.

Para pensar:
Somos ensinados a pedir, solicitar, lutar por nossos direitos, mas pouco incentivados a agradecer. Assim, muitas crianças não perceberam ainda a importância de agradecer a Deus as pequenas coisas. É nosso dever ensiná-los a cultivar um espírito manso de gratidão e reverência ao Senhor.

Visual para a história:
Faça rolinhos de papel ou aproveite rolos de papel higiênico ou papel alumínio, decore-os com papel crepom ou retalhos de tecido. Faça os dez homens e Jesus. Se a turma for grande, você pode utilizar garrafas pet para o corpo e bolinhas de isopor encapadas com meias femininas
de nylon para a cabeça. O visual é interessante para reforçar a idéia da quantidade em “só
um voltou e agradeceu”.

História

Certa vez Jesus andava pelo caminho, quando uns homens se aproximaram dele. Aqueles homens estavam doentes. Eles eram vítimas de hanseníase, uma terrível doença de pele, na época, chamada lepra. Naquele tempo não havia tratamento para esse tipo de doença e as pessoas que ficavam enfermas eram retiradas da cidade, e tinham que ficar longe de
suas famílias, de sua casa. Quando alguém se aproximasse, elas deveriam gritar bem alto: “imundo, imundo...”, que quer dizer “sujo, impuro”, para que as pessoas se afastassem. Já pensou que vida triste? Não poder abraçar seus pais e amigos, dormir em sua cama confortável e ter de viver isolado de todo mundo... pois é... aqueles homens viviam assim. Mas
eles ouviram falar de Jesus e esperavam ansiosamente o dia em que pudessem encontrá-lo. Quando ouviram dizer que Jesus se aproximava, não ligaram para as regras nem para os homens, e correram até Jesus. Eles sabiam que Jesus é o Filho de Deus e tem poder de curar os doentes e sarar suas feridas, eles sabiam que Jesus é amoroso e bom. Ao se aproximarem
de Jesus se ajoelharam e falaram bem alto: “Senhor, curanos”. Jesus ficou muito comovido
ao ver aqueles homens, pois o Senhor conhece nosso coração e nossos sentimentos. Ele sabia o quanto eles eram infelizes. Então Jesus ordenou que fossem curados e
a doença imediatamente desapareceu. Aquela pele machucada e cheia de cicatrizes foi transformada em uma pele lisinha e limpa igual à pele de uma criança. Os homens ficaram tão felizes que começaram a se abraçar e pular de felicidade. O que você faria se acontecesse um milagre assim em sua vida? Você iria correndo encontrar a sua família? Você iria correndo agradecer a Jesus? Pois é, nove homens pensaram da primeira forma, nem se lembraram de agradecer ao Mestre. Só um voltou correndo, ajoelhou-se diante de Jesus e agradeceu tão grande amor.

Trabalho manual: Terceira página do livrinho. Pintura e colagem da figura 03.
(Ver abaixo)

Ato concreto: escrever juntos uma cartinha de agradecimento e entregá-la ao zelador da igreja ou ao irmão que auxilie na limpeza do templo.

Curiosidade: Missões Nacionais desenvolve um ministério com os hansenianos no estado do Pará. Onde atuam nosso casal de missionários Pr. Luis Gonzaga e Auridéia.

quarta-feira, 7 de novembro de 2007