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terça-feira, 21 de julho de 2009

A PROCURA DE UM CORDEIRO PARTE 02









presente de MARCIA http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?uid=15469247379523344901

A PROCURA DE UM CORDEIRO PARTE 01 continua





quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

tecnica de pintura

72-1 Desenho de memorização
É um desenho realizado de memória; não temos à nossa vista o que ser observado enquanto o desenho vai sendo elaborado no papel.


72-2 Desenho de observação
Quando algo está presente à nossa vista para ser desenhado; deve ser transportado para o papel atentamente, seguindo todos os detalhes.


72-3 Desenho Criativo
O desenho criativo pode ser dirigido ou livre.
a) Desenho Livre
Quando não depende de meios representativos, mas da própria imaginação e criatividade.
No desenho livre a criança se exterioriza, pensa e faz. A espontaneidade é, talvez, a característica mais importante do desenho infantil.
Às vezes a criança pode oferecer resistência ao desenho livre. Ela não sabe como expressar-se bem, tem medo de faze-lo, receia não agradar. Isto é natural ocorrer; portanto não force a criança, deixe que ela realize os trabalhos naturalmente. Se você observar que ela não quer utilizar esta técnica aponte outra que ela se interesse mais.

b) Desenho dirigido
Quando o tema é dado por outra pessoa; o desenho é de livre criação, mas o tema específico. É a representação do que ocorre à criança como conseqüência de algo que ela viu ou vivenciou.


72-4 Desenho individual
É fundamental que o professor esteja motivado para transmitir dinamismo e entusiasmo aos seus alunos.
O desenho é uma atividade que deve ser elaborada durante o ano todo, como forma de livre expressão e equilíbrio pessoal do aluno.
O produto artístico do aluno tem valor não pela sua beleza e conteúdo, mas simplesmente porque é uma expressão natural e espontânea. Por isso não devemos estabelecer formas estereotipadas ou incentivar a cópia de modelos para obter bons resultados.


72-5 Pontilhismo
Material:
 Papel
 Lápis grafite, lápis de cor ou canetinhas hidrocor.
Procedimentos:
 Sobre a superfície do papel elaborar desenho pressionando livremente o lápis, de modo a preencher os espaços livres; dar em seguida um colorido, fazendo pequenas marcas ou pontos.
 Os efeitos de cor e tons são obtidos da fusão desses pontos.
 Essa técnica requer paciência e observação.


72.6 Desenhos Texturados
Material:
 Papel em branco ou em cores
 Lápis de cor, giz de cera ou canetinha hidrocor
Procedimentos:
 A textura também se dá ao emprego de traços, marcas diversas sobre o papel ou desenho.
 Pode-se enriquecer o desenho empregando linhas paralelas, linhas curvas, pontos ou outras marcas.
 Pressionar o lápis de cor, cera ou canetinha sobre o desenho, para obter marcas, mantendo uma distância entre elas.


72.7- Desenho Esfumaçado
Material:
 Lápis de cor
 Estilete
 Papel branco, ofício ou cartolina
 Algodão ou cotonete
Procedimentos:
 Com auxilio de estilete raspar as pontas de vários lápis de cor ou cera, deixando o pó bem fininho;
 Com o cotonete fazer o desenho com as raspas dos lápis sobre o papel, variando bem as cores;
 Esfregar suavemente as raspas dos lápis com algodão nas laterais, dando sombreamento ao desenho;
 Pode-se obter, com esta técnica, desde um colorido leve até um tom mais forte.

72.8- Desenho com Lápis de Cera
Material:
 Lápis preto
 Lápis de cera ou bastões
 Papel branco, preto, pardo ou em cores
 Fixador
Procedimentos:
 Com o lápis preto desenhar livremente no papel;
 Fazer o contorno e colorir todo o desenho com lápis de cera;
 Fazer o sombreamento utilizando o lápis de cera deitado;
 Finalizar o trabalho, aplicando o fixador para não manchar a pintura.


72.9- Desenho sobre Papel Camurça
Material:
 Papel camurça na cor desejada;
 Lápis de cor, lápis de cera ou canetinha hidrocor
 Fixador
Procedimentos:
 Desenhar livremente;
 Com lápis de cor ou outro material, cobrir todo o desenho usando cores variadas;
 Fazer o contorno do desenho usando cores mais fortes para destacar o sombreamento.
 No papel de cor clara fazer o uso de cores mais fortes, e no papel escuro usar cores claras;
 Levar o aluno a descobrir os efeitos do lápis branco, principalmente sobre os papéis mais escuros;
 Depois do trabalho pronto, aplicar o fixador para segurar a pintura sobre o papel camurça.


72.10- Desenho com Carvão
Material:
 Carvão fino para desenho;
 Papel branco
 Algodão
 Borracha macia
Procedimentos:
 Desenhar livremente com o carvão sobre o papel;
 Passar o algodão suavemente, fazendo sombreamento para conseguir tons de cinza em algumas partes do desenho;
 Passar a borracha para dar luminosidade, realçando algumas partes do desenho.


72.11- Desenho com Giz Colorido
Material:
 Giz colorido
 Papel ofício branco ou em cores
 Leite
Procedimentos:
 Colocar um pouco de leite em um recipiente pequeno;
 Molhar o giz no leite e desenhar livremente sobre o papel;
 O leite faz com o que giz prenda-se no papel, servindo de fixador.


72.12- Desenho sobre Lixa
Material:
 Lixa fina
 Lápis de cera, giz colorido ou lápis de cor etc.
Procedimentos:
 Desenhar livremente sobre a lixa;
 Colorir o desenho usando cores variadas e tons fortes; usar a cor branca para dar efeitos de luz no desenho;
 Soprar levemente para retirar o pó, e aplicar o fixador para segurar a pintura sobre a lixa.


72.13- Desenho com Gizão de Cera derretida
Material:
 Lápis de cera, gizão de cera de várias cores
 Vela
 Papel branco ou em cores
Procedimentos:
 Sobre uma vela acesa, encostar ligeiramente o gizão de cera. Derretida a cera, passá-la sobre o papel, criando seu próprio desenho, deixando-o, em relevo;
 Pode-se também aquecer o gizão na vela e deixar cair pingos coloridos aleatoriamente sobre o papel, conseguindo-se um efeito muito bonito;
 Esta técnica deve ser realizada com crianças maiores, para evitar acidentes.


72.14- Desenho Soprado
Material:
 Papel branco, em cores escuras ou preta
 Guache de várias cores, principalmente o branco
 Canudos de refrigerantes
 Copinhos descartáveis de café
Procedimentos:
 Dissolver as tintas guaches nos copinhos de café com um pouquinho de água, deixando-as bem grossas. Usar várias cores para enriquecer o trabalho;
 Pingar gotas coloridas sobre o papel e soprar o canudo, para que se misturem, dando um efeito especial;
 Usar o guache branco, para dar luz ao trabalho, principalmente se o papel trabalhado for de cor escura.


72.15- Desenho com Lápis de Cera e Nanquim
Material:
 Lápis de cera ou gizão de várias cores
 Papel ofício ou cartolina
 Tinta naquim
 Pincel de ponta chata
 Pente fino
Procedimentos:
 Cobrir todo o papel, fazendo listras ou curvas sinuosas com giz de cera de várias cores;
 Com o pincel, cobrir toda a folha com tinta nanquim e deixar secar bastante;
 Pegar o pente e passá-lo em toda a área do papel, em várias direções, para obter o efeito colorido do giz de cera.


72.16- Textura
Material:
 Papel branco
 Lápis de cor ou cera
 Material de sua escolha (moeda, tecido, folhas, lixa etc)
Procedimentos:
 A textura é uma característica de determinada superfície, levando em consideração a aspereza, brilho, trama etc., do material empregado no desenho;
 Sobre a superfície de um corpo (moeda, papel, tecido espesso, folha, lixa etc.) colocar o papel e pressionar sobre ele levemente, o lápis na posição inclinada, para obter efeitos de textura.


72.17- Desenhos sobre Folhas ou Figuras Recortadas
Material:
 Lápis de cera
 Papel branco ou em cores
 Folhas de plantas ou figuras recortadas em papel espesso
 Anilina
Procedimentos:
 Colocar as folhas ou figuras recortadas sobre uma superfície, presas com durex ou fita adesiva;
 Cobri-lás cuidadosamente com o papel;
 Passar o lápis de cera deitado sobre o papel, para obter as formas recobertas.



72.18- Pintura com Legumes
Material:
 Legumes (chuchu, batata, jiló, cenoura etc.)
 Guache em cores variadas
 Pincéis
 Pano velho
 Recipiente com água
Procedimentos:
 Cortar os legumes ao meio, aproveitando as suas formas originais;
 Naqueles que não têm formas definidas, recortar criando formas de flores, objetos, bichos etc.;
 Depois de recortados, mantê-los enrolados no pano para retirar a umidade enquanto se prepara as tintas;
 Com o auxílio do pincel, passar a tinta forma criada no legume e carimbar o papel. A cada carimbada, lavar bem o pincel, para trocar de cor, e passar a tinta novamente, variando as cores. Deixar secar.


72.19- Pintura com Esponja
Material:
 Papel
 Esponja de espuma
 Guache em cores variadas
Procedimentos:
 Pegar a esponja e dividi-la em quatro partes;
 Molhar os pedaços da esponja nas tintas, usando cores diferentes, e carimbar na folha criando diversas formas figurativas ou abstratas;
 Deixar secar.


72.20- Pintura com Anilina e Pente
Material:
 Anilina líquida nas cores desejadas
 Conta-gotas
 Cartolina
 Pente com dentes finos
 Cola branca
Procedimentos:
 Passar a cola branca sobre toda a superfície da cartolina;
 Aplicar sobre a cola anilina de várias cores, com o auxílio do conta-gotas.
 Antes de secar, passar o pente em várias direções sobre a cartolina obtendo efeitos interessantes.

72.21- Guache com Texturas
Material:
 Tinta guache de várias cores
 Papel branco
 Pincel grosso
 Escova de dentes
 Verniz spray
Procedimentos:
 Passar sobre o papel branco, camadas bem espessas com as tintas guaches;
 Sobre a pintura, dar leves batidas ou fazer movimentos circulares com as cerdas da escova de dentes, de modo a criar uma textura;
 Deixar secar e passar uma mão de verniz sobre a pintura;
 Pode-se criar várias texturas utilizando diversos materiais, tais como palha de aço, pente, espuma, folhas secas etc.

72.22- Pintura com Barbante
Material:
 Papel branco ou cartolina
 Guache de várias cores
 Vários pedaços de barbante grosso e fino
Procedimentos:
 Molhar um dos pedaços de barbante numa cor de tinta guache e colocá-lo sobre a folha de trabalho para criar formas variadas;
 Proceder da mesma maneira com as outras cores;
 Retirar os barbantes cuidadosamente, evitando borrões.
 Observar que a tinta de cada barbante passou para o papel, formando uma composição;
 Criar várias composições bem bonitas.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

CEIA DE CRISTO( para adolescentes)

Ceia - Presente de Cristo
LB, RJ, 1995.

Tema: Santa Ceia /
Duração: 45 minutos
Público: adolescentes; mínimo 5 participantes.
Material: Caixa, papel de presente, papel colorido, Bíblias, papel e lápis.

Prepare com antecedência:
1 caixa de sapatos, embrulhada como se fosse um presente, bem vistoso

Dentro dela coloque pequenos presentinhos, em cores diferentes (tantas cores quantas forem os pequenos grupos que irão ser formados para discussão); estes presentinhos, podem ser simplesmente um retângulo de papel dobrado ao meio, com a frase "Eu te dou a Minha Vida!" escrita no lado interno

1 carta, com o seguinte texto sugerido: "Queridos irmãos da _______,
Este é o meu presente para vocês, e é com muito amor que o dou.
Há um pequeno pedaço dele para cada um de vocês, peguem o seu na caixa, mas não o abram ainda!
Qual a sensação de ganhar um presente? Assim de surpresa? É bom, ruim? O que passa na sua cabeça?
E na véspera de seu aniversário? Você sabe que no dia seguinte vai ter festa, amigos, parentes... E com certeza alguns presentes. O que será que você vai ganhar? Aquilo que tinha pedido, ou vão te surpreender com algo inesperado? Como você se sente?
E este pequeno presente, o que será?"

e folhas de perguntas, uma para cada grupo.

Inicie a dinâmica dizendo que o grupo recebeu um presente, acompanhado de uma carta que você gostaria de ler. Pegue a caixa e mostre ao grupo; leia a carta, e deixe que cada um tire o seu presentinho de dentro dela.
Depois, peça que se dividam em pequenos grupos, de acordo com a cor do presente tirado da caixa, e que só então o abram.

Distribua as folhas de perguntas entre os grupos e deixe tempo suficiente para conversarem sobre cada questão.
Sugestões de perguntas:
1. Qual a sua reação ao abrir este pequeno presente?
2. Leia: Mateus 26, 26-30 e I Coríntios 11, 23-29 Quem deu a sua vida? Para que? De que forma?
3. Quando vamos a igreja, tomar a Santa Ceia, como nos comportamos, o que sentimos, como agimos?
4. No que a Santa Ceia é igual a ganhar um presente? No que é diferente?
5. Precisamos fazer alguma coisa especial para ganhar este presente de Cristo?

Depois deste momento, reúna todo o grupo e converse novamente sobre cada uma das questões, enfatizando as diferenças entre a alegria do perdão e o peso/tristeza de nossos pecados. A possibilidade de confessar a Deus, se arrepender e receber, gratuitamente o grande presente da vida de Cristo.

Encerre com uma oração e o convite para participar da Ceia no próximo culto.
(Ou se você for o pastor, oficie uma Ceia com o grupo; se quiser, ao invés de óstia use, pão árabe; é uma experiência muito rica, passar o pão de mão em mão, em que cada um rasga um pedaço de pão e o oferece ao próximo, da mesma forma, com o vinho se usamos um cálice único).

CEIA DE CRISTO( para adolescentes)

Ceia - Presente de Cristo
LB, RJ, 1995.

Tema: Santa Ceia /
Duração: 45 minutos
Público: adolescentes; mínimo 5 participantes.
Material: Caixa, papel de presente, papel colorido, Bíblias, papel e lápis.

Prepare com antecedência:
1 caixa de sapatos, embrulhada como se fosse um presente, bem vistoso

Dentro dela coloque pequenos presentinhos, em cores diferentes (tantas cores quantas forem os pequenos grupos que irão ser formados para discussão); estes presentinhos, podem ser simplesmente um retângulo de papel dobrado ao meio, com a frase "Eu te dou a Minha Vida!" escrita no lado interno

1 carta, com o seguinte texto sugerido: "Queridos irmãos da _______,
Este é o meu presente para vocês, e é com muito amor que o dou.
Há um pequeno pedaço dele para cada um de vocês, peguem o seu na caixa, mas não o abram ainda!
Qual a sensação de ganhar um presente? Assim de surpresa? É bom, ruim? O que passa na sua cabeça?
E na véspera de seu aniversário? Você sabe que no dia seguinte vai ter festa, amigos, parentes... E com certeza alguns presentes. O que será que você vai ganhar? Aquilo que tinha pedido, ou vão te surpreender com algo inesperado? Como você se sente?
E este pequeno presente, o que será?"

e folhas de perguntas, uma para cada grupo.

Inicie a dinâmica dizendo que o grupo recebeu um presente, acompanhado de uma carta que você gostaria de ler. Pegue a caixa e mostre ao grupo; leia a carta, e deixe que cada um tire o seu presentinho de dentro dela.
Depois, peça que se dividam em pequenos grupos, de acordo com a cor do presente tirado da caixa, e que só então o abram.

Distribua as folhas de perguntas entre os grupos e deixe tempo suficiente para conversarem sobre cada questão.
Sugestões de perguntas:
1. Qual a sua reação ao abrir este pequeno presente?
2. Leia: Mateus 26, 26-30 e I Coríntios 11, 23-29 Quem deu a sua vida? Para que? De que forma?
3. Quando vamos a igreja, tomar a Santa Ceia, como nos comportamos, o que sentimos, como agimos?
4. No que a Santa Ceia é igual a ganhar um presente? No que é diferente?
5. Precisamos fazer alguma coisa especial para ganhar este presente de Cristo?

Depois deste momento, reúna todo o grupo e converse novamente sobre cada uma das questões, enfatizando as diferenças entre a alegria do perdão e o peso/tristeza de nossos pecados. A possibilidade de confessar a Deus, se arrepender e receber, gratuitamente o grande presente da vida de Cristo.

Encerre com uma oração e o convite para participar da Ceia no próximo culto.
(Ou se você for o pastor, oficie uma Ceia com o grupo; se quiser, ao invés de óstia use, pão árabe; é uma experiência muito rica, passar o pão de mão em mão, em que cada um rasga um pedaço de pão e o oferece ao próximo, da mesma forma, com o vinho se usamos um cálice único).

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

A MAIS DOLOROSA ESCOLHA


A Mais Dolorosa Escolha

Para saber mais leia: Mateus 26:36-56; Marcos 14:32-50; Lucas 22: 39-53; João 18: 1-12.

Você vai precisar de

: • 1 pedaço quadrado de papel; • Copo com alguma coisa desagradável para beber (ex: molho api-mentado, suco de limão puro, molho de soja [shoyo] etc.)

Mensagem Jesus nos ama muito.

Hora da História:

Enquanto conta a história, usar a dobradura conforme indicado entre parêntesis. Jesus e Seus discípulos tinham terminado de tomar a última refeição, juntos. Agora, eles estavam se dirigindo para o Monte das Oli-veiras, sua montanha preferida. Jesus queria orar. Quando chegaram à entrada do jardim, oito dos discípulos encontraram um lugar confortável para descansar.

(Mostrar o lado onde diz “discípulos” na dobradura.) Mas Jesus foi para dentro do jardim com Pedro, Tiago e João (mostrar na dobradura o nome desses discípulos) e pediu que eles vigiassem e orassem com Ele. Jesus foi ainda um pouco mais adiante para orar sozinho. Jesus tinha uma escolha muito difícil a fazer. Ele queria salvar todas as pessoas do mundo. Mas se escolhesse fazer isso teria de sofrer tremendamente.

(Pedir que as crianças façam uma escolha entre os números l a 4, levantando a ponta da dobradura que tem o número de sua escolha.) Haveria muitas mentiras contra Ele. Seria tratado injustamente e com açoites, E teria de passar por tudo isso sozinho - simplesmente para nos salvar.


Jesus não queria que todas as pessoas que criou tivessem de morrer pelos seus pecados. Mas a única alternativa seria morrer em lugar deles. Ele precisava de força para tomar uma decisão e queria que Seus amigos mais íntimos O ajudassem, orando para que Ele tivesse força. Ele foi até Pedro (Mostrar o nome de Pedro na dobradura.) mas, Pedro estava dormindo. Não podia ajudar. (Rasgar e tirar fora o quadradinho com o nome de Pedro.) Foi até Tiago (Mostrar o nome de Tiago.), ele também estava dormindo. Não podia ajudar.

(Rasgar e tirar fora o quadradinho Infantil 27Histórias Bíblicas para Adoração Infantilcom o nome de Tiago). Foi então a João, (Mostrar o nome de João) mas, ele também estava dormindo e não podia ajudar. (Rasgar e tirar fora o quadradinho com o nome de João). Então, Jesus foi ate os demais discí-pulos, mas todos estavam dormindo e não podiam ajudar.(Rasgar e tirar fora o quadradinho com a palavra “discípulos”.) Jesus, então, voltou a orar sozinho, pedindo a Deus que se fosse possível e se fosse da vontade do Pai, passasse dEle aquele cálice — permitisse que Ele não tivesse de passar pela dor e sofrimento. Ele considerou aquilo como um cálice amargo. Mas, Deus sabia que Jesus queria fazer aquele sacrifício por ser a única maneira de nos salvar. Jesus nos amava demais para nos deixar todos perdidos nas mãos de Satanás. Ele teria de sofrer sozinho. De repente um grupo de soldados chegou com um dos discípulos de Jesus – Judas.Todos os discípulos que estavam dormindo acordaram. Os soldados agarraram Jesus. Os discípulos ficaram surpresos e zangados ao verem a maldosa multidão e observarem enquanto as mãos de Jesus eram atadas. Jesus, porém, não Se surpreendeu, nem ficou zangado. Ele calmamente foi com os soldados. Jesus sabia perfeitamente o que O aguardava - a cruz. (Desdobrar o papel para revelar a cruz que sobrou da dobradura.)




sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

PARÁBOLA DO SEMEADOR


Comprimidos da Fé

Tema: Fé e testemunho.

Duração: 15 min.

Público: todos; mínimo 4 participantes.

Material: Três copos com água. Três comprimidos efervescentes (com envelope individual, tipo "Sonrisal")

Coloque três copos com água sobre a mesa.Pegue três comprimidos efervescentes, ainda dentro da embalagem.Peça a atenção do grupo e coloque o primeiro comprimido com a embalagem ao lado do primeiro copo com água.Coloque o segundo comprimido dentro do segundo copo, mas com a embalagem fechada.

Por fim, retire o terceiro comprimido da embalagem e coloque-o dentro do terceiro copo com água.Estimule a discussão com o grupo, com questões como:

Qual dos três comprimidos+copos faria mais efeito caso você estivesse passando mal e o bebesse?Com qual dos três se parece a minha relação com Deus?

Eu permito que ele aja "sem embalagem" ou eu o deixo do lado de fora? Com qual dos três eu me pareço quando levo minha fé para fora da igreja? etc..